Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 26/06/2021

Na teoria da “Banalização do mal” da filósofa Hannah Arendt, cita que o mal não se origina de uma força maligna e sim de pessoas comuns. Nesse sentido, a violência no trânsito no Brasil está em evidência e coloca em risco a vida de várias pessoas. Sob tal viés, essa problemática é causada por falta de atenção e o não uso de ferramentas de segurança.

Em primeira análise, a carência de atenção no trânsito é um dos elementos perpetuadores da questão apresentada. Nessa pespectiva, a maioria dos acidentes são causados por falta de responsábilidade e desatenção, pois coloca a vida das pessoas no trânsito em risco, inclusive a do condutor. Dessa forma, tal ato é considerado falta de empatia, já que as normas de trânsito não são cumpridas, para que todos sejam protegidos. Assim sendo, segundo  o código de Trânsito Brasileiro, é dever do cidadão transitar sem oferecer riscos a si mesmo e aos outros, essa legislação impõe que o motorista seja prudente ao dirigir, para que não haja acidentes nas vias ou violẽncia.

Nesse ínterim, a ausência do uso dos acesórios de segurança contribui para a multiplicação de casos de violência  no trânsito. Outrossim, o uso desses é indispensável para proteção dos envolvidos, contra complicações de acidentes ou morte. Entretanto, há casos de pessoas que não usam essas ferramentas e colocam em risco a vida de outros indivíduos e assim acontecem trágedias que poderiam ser evitadas com medidas simples. Desse modo, o cientista Albert Einstein cita “Liberdade parcial não é liberdade”, esse pensamento prova que pessoas livres ao serem sujeitas a serem vitímas  de acidentes, não têm total liberdade, pois estão expostas aos perígos que essas infraões trazem.

Portanto, medidas são necessárias para a atenuação do problema de violência no trânsito no Brasil. Para isso, o Ministério da Segurança em parceiria com as escolas, deverá criar matérias relacionadas a educação no trânsito, com foco em evidenciar a importância de se usar ferramentas de segurança-como sinto, capacete- e a terem atenção no trânsito, para que a violência nesse meio diminua.  Assim, todos teram a “total liberdade” de Einstein ao andar nas ruas.