Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 14/07/2021

Com avanço tecnológico e social surge a necessidade de agilidade e a utilização produtiva do tempo cronológico, assim condutores de veículos tornam-se imprudentes na condução ao destino de forma rápida e sem cautela. Dessa forma, a urgência de locomoção é um contribuidor do caos do trânsito nas regiões metropolitanos gerando violência e estresse. Sendo assim, esse cenário caótico atual é devido a ineficiência da educação no trânsito e falta medidas educativas e punitivas aos agressores.

Em primeira análise, o Departamento Nacional de Trânsito relatou que a cada ano o número de casos de violência no trânsito cresce de forma descontrolado, afetando a mobilidade e a segurança da população. Mediante a esse cenário de desrespeito entre os condutores é agravado pela baixa incentivo na orientação da educação de trânsito apresentada nas autoescolas brasileiras, deixando a margem um tráfico descontrolado de automóveis. Com isso, releva-se uma importância de uma educação no trânsito e a necessidade de criação das campanhas socioeducativas para os motoristas brasileiros, com intuito de reduzir este índice de violência urbano no trânsito.

Em segunda análise, o código de trânsito brasileiro atual apresenta uma baixa interferência no combater e na mitigação da violência de trânsito devido a sua limitação de atuação nas medidas de preventivas, afirma Carlos Tavares o presidente da secretaria de mobilidade urbano de São Paulo. Dessa forma, a mobilidade urbana nacional encontra-se desamparada na parte jurídica pelo fato da fragilidade das leis de trânsito, sendo uma prática ilegal da violência que perpetua na sociedade gerando insegurança. Logo, a discussão sobre a modificação desse sistema público de mobilidade é fundamental para mitigar essa lamentável realidade de desrespeito e agressão no trânsito brasileiro.

Portanto, frente ao cenário caótico de abandono da gestão de mobilidade brasileira nas regiões metropolitanas é relevante à transformação das mediadas educativas no meio urbano. Cabe ao Estado a renovação do Código de Trânsito brasileiro baseado na educação, por meio das aulas e palestras nas autoescolas, com isso, formando novos condutores promovendo o senso de responsabilidade no trânsito e, também, no processo de reciclagem dos antigos motoristas. Além disso, atuar na punição jurídica dos infratores com reincidentes das infrações, assim reduzindo de forma notória a ilegalidade dos motoristas brasileiros. A fim de retomar a segurança nas estradas e garantir o direito de mobilidade a nação brasileira.