Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 21/08/2021
Com a chegada da Segunda Revolução Industrial, houve uma produção em massa de veículos automobilísticos com o Fordismo, aumentando o mercado de transportes junto à violência no trânsito. Nesse sentido, ficam evidentes as falhas na sociedade, que precisam ser amenizadas para uma possível melhora, combatendo problemas como um modal altamente dependente de rodovias e a falta de foco ao manusear um veículo.
Em primeira análise, o modal de transporte brasileiro altamente dependente de rodovias, já se faz presente a décadas. Nesse contexto, no período nacional-desenvolvimentista brasileiro, com o então presidente Jucelino Kubtschek, houve uma intensificação na produção de rodovias, com o intuito de atrair grandes empresas automobilísticas para o Brasil. Sob essa ótica, o fluxo intenso de veículos, atribuídos a um “gargalo” rodoviário, intensificam à violência no trânsito, acarretando diversos problemas na população como, aumento de acidentes, mortes e sequelas nos indivíduos envolvidos.
Por conseguinte, a falta de foco ao manusear um veículo cada vez torna-se mais presente com a globalização ao passar dos anos. Nessa perspectiva, com o advindo da Terceira Revolução Industrial, o mundo passou por um massivo processo de desenvolvimento tecnológico, com a Revolução Técnico-Científica e Informacional, trazendo as mais diversas distrações para o ser humano. Sob esse viés, os aparelhos eletrônicos, se transformaram no uso diário das pessoas, até mesmo sob o volante, aumentando drasticamente as chances de acidentes relacionados a veículos, contruibuíndo para o aumento da violência no trânsito.
Dessa forma, os problemas como, um modal de transporte altamente dependente de rodovias e a falta de foco ao manusear veículo, demonstram um desvio na sociedade que precisa ser revertido. Em que o Estado, por meio de campanhas publicitária, irá incentivar o uso de outros métodos de transporte e conscientizar acerca da prática de aparelhos eletrônico enquanto dirige, com o objetivo de reduzir a lotação das rodovias e evitar maiores violências por causa de foco, pois de acordo com George Santavana, filósofo e poeta espanhol, “aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo”.