Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 13/09/2021

A Revolução Industrial iniciada no século 19 ocasionou a aceleração na produção automobilística. Entretanto, juntamente à expansão repentina de número de veículos nas cidades juntamente com o crescimento urbano, levou a uma nova forma de violência: do trânsito. De maneira análoga a isso, o Brasil enfrenta a violência constantemente no trânsito. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a imprudência cometida pelos condutores nas ruas e a inefeciência do poder público na aplicação de leis nas estradas.

Primeiramente, é indubitável a imprudência cometida pelos condutores nas ruas. Segundo o Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) o número de mortos em acidentes de trânsito cresceu 38,3 % , e a faixa etária das vítimas mais atingidas foi entre os 19 e 29 anos. Tal problemática está associada  à falta de consciência pela parte dos motoristas, em que na maioria dos casos de acidentes estão embriagados, usaram substâncias ilícitas, ultrapassam as médias de velocidade indicada, estresses entre os motoristas e a desobediência das sinalizações. Conquanto, esses atos inconsequente levam milhares de pessoas a perderem a suas vidas, tanto o responsável por ele quanto inocentes.

Outrossim, é notorio a ineficiência do poder público na aplicação de leis nas estradas. Dessa forma, é fato que mesmo existindo leis nas rodovias há constantes casos de violência no trânsito, pois o governo possui medidas que não estão sendo aplicadas rigorosamente, como a lei seca e o teste do bafômetro que não são obrigatórios. No entanto se o indivíduo for forçado a tais medidas estará violando a proteção do seus direitos, mas isso não tira a chance deste mesmo indivíduo (se caso estiver embreagado e se negar a fazer o teste) a causar um acidente futuro.

Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessário a adoção de medidas que venham amenizar a violência no trânsito no país. Por conseguinte, cabe ao Poder Legislativo juntamente com o DETRAN, fazer leis que proteja, auxilie o cidadão de bem e que seja uma forma de punição que concientize, a fim de que haja justiça nos tribunais e reduza a imprudência no volante. Ademas, cabe ao Governo Federal intensificar a fiscalização nas rodovias, para que diminua o descumprimento das sinalizações no trânsito. Somente assim, alcançaremos civilização e respeito em uma sociedade com elevados fluxos de veículos.