Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 13/09/2021

A Constituição Federal de 1988 é responsável em manter a segurança pública, sendo dever do Estado mantê-la exercida de modo a preservar a ordem pública, protegendo vidas e patrimônios. Em contrapartida, a violência no trânsito presente no Brasil surge como catalisador direcionado em desrespeitar a Carta Magna, logo por consequinte gerando um desconforto no ambiente da sociedade brasileira e desregulando a base moral social sobre o princípio da vida. Perante essa problemática, configura-se o desdobramento moral e o desrespeito a responsabilidade sobre manter a harmonia e convivência social.

De acordo com o filósofo Jean Jacques Rousseau, a natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável. De forma análoga a isso percebe-se que a violência no trânsito de certa forma representa um conflito moral entre duas ou mais pessoas sobre o que é certo e errado, assim podendo ser analisado de certa forma esse conceito social foi moldado pela sociedade que afeta exclusivamento de forma similar cada indivíduo, depravando-o e tornando-o miserável responsável pela violência em questão.

O filósofo Thomas Hobbes ao afirmar que o homem é o lobo do próprio homem dizia ser necessário um Estado responsável em manter a harmonia e convivência social. Logo é perceptível que o surgimento dessa problemática gera um desrespeito tanto ao filósofo como a Constituição de 1988 que foi estabelecida justamente com o princípio de preservar a ordem pública no âmbito social brasileiro em questão.

Logo verifica-se que é mister por parte do Conselho Nacional de Trânsito junto com o Ministério da Infraestrutura, estimular a gestão direcionada na fiscalização dos motivos que geram a violência no trânsito, como por exemplo a precariedade das estradas, a infraestrutura deficiente, a falta de ciclovias e as falhas na sinalização, através de verbas do governo para resolver o problema em questão. Logo mantendo a a harmonia e convivência social dita pelo filósofo Thomas Hobbes.