Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 22/09/2021
De acordo com a Constituição Federal de 1988, todo cidadão tem direito à vida e à assistência social. Porém, devido a irresponsabilidade pessoal e a ineficiência do governo, a violência no trânsito impede o povo brasileiro de usufruir dessa garantia. Desse modo, observam-se duas problemáticas, a fraca fiscalização do Estado relacionado a motoristas sobre uso de álcool e a baixa infraestrutura das rodovias, que contribuem para o atrito entre os condutores.
Em primeiro lugar, é importante dizer que as leis de trânsito brasileiras são ineficazes. Considerando o número de motoristas, as fiscalizações são desprezíveis, o que não dá ao motorista o direito de agir sem escrúpulos nas principais vias do país. É conveniente destacar que segundo dados do IBGE, o número de acidentes por bebidas alcoólicas aumentou 8% em 2016. Portanto, é oportuno refletir sobre a aplicação efetiva de leis mais rígidas, como a lei seca, e ao mesmo tempo buscar desenvolver outras medidas educacionais.
Outrossim, de acordo com o filósofo grego Aristóteles, “O papel da política é promover o bem-estar social.” No entanto, o que se tem observado é a negligência do governo em enfrentar esse impasse, pois as pessoas perceberam que por falta de recursos, as estradas a instabilidade dos sinais e sinais é favorável ao rápido crescimento do tráfego. Portanto, nas chamadas democracias, é inaceitável que as ideias de Aristóteles não sejam postas, de fato, em pratica.
Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessário a adoção de medidas que venham conter a violência no trânsito. Por conseguinte, cabe ao legislativo criar uma lei rígida com o proposito em até 30 dias flagrantes de crimes hediondos no trânsito e ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes aumentar o monitoramento da qualidade das vias. Somente assim, as ruas brasileiras serão um lugar pacifico e seguro para o povo