Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 23/09/2021

A revolução industrial, iniciada no século XVIII, foi um fator extremamente importante para o desenvolvimento da indústria automobilística. Com o surgimento da Ford, que acarretou na criação do Fordismo, os automóveis foram introduzidos em larga escala na sociedade e tiveram diversas consequências, tanto negativas quanto positivas. Por conseguinte, com a grande quantidade de veículos circulando na sociedade, a maior consequência foi a violência no trânsito.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o 5° país mais violento no trânsito no mundo. Dados apontados pelo Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) mostram que são pelo menos 150 mortes no trânsito em todo o país. Outrossim, um levantamento realizado pelo Instituto Sangari revela que nos últimos 15 anos a taxa de mortalidade em relação às motos aumentou 846%, já a de carro teve um aumento de 58%.

Todavia, devemos ressaltar que em 90% dos casos de acidentes no trânsito, o agente principal é a imprudência dos motoristas e até mesmo dos pedestres, grande parte desses indivíduos acabam ignorando as leis de trânsito e agindo conforme querem. Os motivos para essa imprudência são diversos, como pressa para chegar no local desejado, estar sob uso de alguma substância que é proibida de utilizar enquanto estiver dirigindo, ou apenas a vontade e satisfação de não seguir as leis, entretanto, seja qual for o motivo ainda terá uma consequência que, em piores casos pode acarretar em algo trágico.

Portanto, para sanar tais problemas o governo deve criar palestras e propagandas para que haja um debate e conscientização em relação às consequências da violência no trânsito, ademais, é necessário que o Detran (Departamento Estadual de Trânsito) seja mais severo na questão do desrespeito das leis, dessa forma, fiscalizando e aplicando punições para os responsáveis pelo acidente.