Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 22/09/2021
A segunda Revolução Industrial foi um marco na história, em princípios da segunda metade do século XIX com uma invenção dos transportes motorizados, entretanto o preço a ser pago por esse inventário tem custos sociais até hoje, entre eles a violência. Nesse sentido, com o crescente inchaço das cidades e a demanda de veículos aumentados a mobilidade urbana ficou debilitada, provocando estresse entre os motoristas e a irresponsabilidade frente ao volante.
Em primeiro plano, é possível afirmar que a infraestrutura das cidades brasileiras são inadequadas e insuficientes para gerir o fluxo de veículos, ocasionando o congestionamento e engarrafamentos, em que se instaura a violência entre os motoristas. Sob esse prisma, é necessário pensar a influência da infraestrutura e como pode ser responsável para que ocorra acidentes nos centros urbanos, que terminam em mortes e prejuízos sociais. Sob esse viés, entre esses prejuízos estão os gastos excessivos do Estado em hospitais para atendimento de emergência, tendo forte impacto no sistema socioeconômico brasileiro.
Ademais, outro impacto de grande produtor no país, são as vidas acometidas no trânsito, principalmente da vida dos jovens. Segundo dados publicado pela ONU, a irresponsabilidade nas estradas dos jovens e o álcool é a principal causa da morte entre os jovens entre 15 e 29 anos no mundo, que por atos irresponsáveis não separam o lazer da responsabilidade, por quererem aproveitar o momento. Com isso, é uma situação de forte cunho social e governamental, pois tem forte impacto na sociedade e no sistema de trânsito brasileiro, arriscando a vida dos jovens embragados que estão dirigindo e os pedestres.
Logo, são necessárias mudanças que intervenham na problemática, para não arriscar a vida que as condições das estruturas do tráfego de veículos e a imprudência por parte dos condutores. Portanto, cabe ao DETRAN modernizar a infraestrutura das cidades, por meio de investimentos nesse setor a fim de cumprir a integridade física e psicológica do condutor, diminuir os índices de acidentes e evitar negligência dos motoristas.