Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 22/09/2021

Desde a antiguidade até a contemporaneidade, a agressão é algo, exponencialmente, crescente nos diversos grupos sociais. Hodiernamente, vale destacar que a violência no trânsito brasileiro se tornou uma problemática pouco discutida seja na mídia ou no seio familiar. Por exemplo, na cidade de Ribeirão Preto, interior do Estado de São Paulo, uma motorista foi agredida fisicamente por bater na traseira de outro motorista. Dessa maneira, faz-se necessário pontuar, como os impactos da violência no trânsito é algo tão notório, visto que muitos indivíduos consideram as leis brasileiras brandas. Primeiramente, é importante dizer que o código de trânsito brasileiro é pouco eficaz e a fiscalização é irrisória frente ao número de motoristas, porém, isso jamais dar-lhe-á o direito de agir de forma inescrupulosa nas principais vias do país. Segundo dados do IBGE, os números de acidentes por causa de bebida alcoólica aumentaram 8% em 2016. Logo, é pertinente refletir como sobre a aplicação efetiva de leis mais severas, como, a lei seca, mas também buscar criar outras medidas educativas. Além disso, é fundamental deixar claro, que o futuro do país está atrelado ao tipo de condutas conscientes irresponsáveis que acontecem nas vias brasileiras, que acabam fomentando o aumento de gastos na saúde e na segurança. Assim, a ideia do líder Gandhi de que o futuro dependerá das ações do presente parece fazer alusão ao fato de que não podemos deixar os impactos sociais e econômicos da imprudência no trânsito torna-se abusivo. Dessa maneira, o Estado precisa deixar sua posição de inércia e agir a fim de combater de forma rígida o enraizamento dessa prática tão maléfica quanto dispendiosa, que é a agressão no trânsito. Faz-se evidente, portanto, a necessidade de medidas para resolver o impasse. Cabe ao legislativo criar uma lei rígida com o propóstio de punir em até 30 dias flagantes de crimes hediondos no trânsito e aumentar o tempo do curso de reciclagem de condutores. Ademais, a mídia pode criar propagandas apelativas a fim de conscientizar sobre os efeitos negativos da violência no trânsito. Já as escolas, com o apoio dos pais, devem incentivar por meio de oficinas no pátio das escolar temáticas pouco exploradas e distribuirem cartilhas para alertar sobre as consequências da agressão no trânsito brasileiro. Assim, quiça, o fim da problemática da violência nas vias brasileiras deixe de ser uma utopia.