Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 22/09/2021
Junto à segunda revolução industrial, no século XIX, o mundo conheceu os primeiros meios de resposta com a função de melhorar o transporte de mercadorias e pessoas. Entretanto, acoplado à expansão repentina do número de veículos circulando nas cidades, surgiu uma nova forma de violência: a no trânsito. Atualmente, no Brasil, são diversos casos diversos de tal violência e muito se tem discutido. Abrindo assim, debates em relação à falta de segurança no trânsito, resultado de leis que não garantem a integridade de segurança do motorista.
Deve-se pontuar, de início, que conflitos violentos e acidentes ocorrem com tamanha frequência, de modo a deixar as pessoas inseguras nas ruas. De acordo com as ideias do líder Gandhi, o futuro dependerá das ações do presente. Sob esse viés, cabe analisar como as ações da sociedade no trânsito podem impactar em um fluxo intenso e caótico, tornando, as pessoas, mais propícias ao estresse e reações nervosas. Assim, com cada vez mais acidentes nesse ambiente caótico, sair nas ruas vem se tornado um cenário de violência constante, provocando dessa forma, como reações adversas ao tráfego automobilístico e constante medo, deixando os motoristas apreensivos.
Além disso, é importante dizer que o código de trânsito brasileiro é pouco eficaz. Segundo dados do IBGE, os números de acidentes por causa de bebida alcoólica aumentaram 8% em 2016. Analogamente, quando se diz sobre violência no trânsito, é pertinente dizer que punições não são devidamente aplicadas a tais sujeitos que infringem como leis, mortes até mortes propositais por simples raiva e intolerância. Logo, cabe observar que o índice crescente de intolerância social, resulta em motoristas raivosos e perigosos, que usam da fraca aplicação das leis de trânsito para cometer crimes de ódio nas ruas.
Infere-se portanto, que a violência no trânsito no Brasil, ainda precisa de um debate amplo. Cabe ao CFC (Centro De Formação De Condutores), disponibilizar aulas sobre segurança no trânsito, de modo a focar no psicológico dos motoristas em formação, juntamente com uma equipe de psicólogos obrigatórios, para assim os futuros motoristas aprendidos o valor da vida alheia e consigam manter melhor a calma. Ademais é pertinente, que o legislativo crie uma lei rígida, de forma a garantir uma punição em flagrantes de crimes hediondos no trânsito, em um curto período de tempo e de maneira eficiente. Para que forma, possivelmente, o fim da problemática da violência nas vias brasileiras passe a ser uma realidade.