Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 23/09/2021
Segundo Aristóteles, a política deve ser usada como meio, através da justiça, para se alcançar o equilíbrio social. Assim, sendo visível o crescimento da violência no trânsito no Brasil e suas consequências, é necessário que haja intervenção, através de políticas públicas. Logo, a falta de empatia e o desrespeito à vida, são as principais geradoras do problema e precisam ser combatidas.
Antes de mais nada, é válido salientar o motivo da falta de empatia gerar tal problema. De acordo com a Constituição, no artigo terceiro, um dos objetivos da República Federativa do Brasil é de construir uma sociedade livre justa e solidária, a fim de promover o bem estar de todos. Entretanto, a realidade encontra-se longe de tal almejo, tendo em vista a assustadora violência nos meios de trânsito no país. Dessa forma, sem empatia é impossível construir uma pátria justa, visto o descumprimento frequente dos direitos do próximo, instaurando assim a desigualdade no que tange usufruir das qualidades constitucionais de cada cidadão.
Além disso, a falta de zelo pela vida do outro, também é um dos motivos do problema. John Locke dizia, que todos nascem com direitos inerentes ao ser humano, tais como o direito à vida. Todavia, esse direito tem sido negado visto o crescente número de casos de violência nas vias de locomoção do Brasil. Sendo assim, o desrespeito à vida leva a quebra de um direito ligado ao homem desde seu nascimento.
Diante do exposto, é notável a necessidade do respeito aos indivíduos e seus direitos constitucionais. Para promover-se tal desejo, o Governo deve promover o ensino de boas práticas no trânsito aos jovens que apresentam idade suficiente para dirigir e aos motoristas mais experientes como exigência para renovação da carteira, por meio de cursos, oficinas e palestras. Para assim, gerar melhorias no trânsito e diminuir-se assim o índice de violência no Brasil.