Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 23/09/2021

A segunda revolução industrial foi um marco na história, começando na segunda metade do século XIX, com a invenção dos veículos automotores, mas o preço pago por essa invenção até hoje tem custos sociais, inclusive violência. Com a crescente expansão das cidades e o aumento da demanda por veículos, a mobilidade urbana enfraqueceu, resultando em estresse do motorista e direção irresponsável.

A priori, cabe destacar que a infraestrutura das cidades brasileiras é insuficiente para administrar o fluxo de veículos, gerando congestionamentos e congestionamentos, possibilitando a violência entre os motoristas. Exemplo disso são as inúmeras discussões no centro das grandes cidades, que muitas vezes terminam em mortes evitáveis ​​e perdas sociais. Portanto, essas perdas incluem os gastos excessivos do governo com atendimento de emergência hospitalar, o que tem um impacto significativo no sistema socioeconômico do Brasil.

A posteriori, outro impacto importante no país é o impacto no trânsito, principalmente na vida dos jovens, conforme evidenciado por dados da Organização das Nações Unidas, cuja pesquisa mostra que a irresponsabilidade à estrada e o alcoolismo são as principais causas de morte entre jovens de 15 anos e acabou. O mundo de 29 anos. Portanto, esta é uma situação de forte cunho social e governamental, pois tem um impacto significativo na sociedade e no sistema de transporte brasileiro.

Portanto, é óbvio que o estado da estrutura do tráfego de veículos e o comportamento temerário do motorista não afetarão apenas o trânsito, mas também toda a sociedade. Nesse sentido, é necessário que o governo coopere com as empresas privadas de construção civil para modernizar a infraestrutura urbana por meio de grandes investimentos na área para proteger a saúde física e mental dos motoristas, ao mesmo tempo em que reduz acidentes e evita a negligência dos motoristas.