Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 23/09/2021
A violência no transito não são tratados com muita atenção, se for realizada uma comparação entre os tipos de violência. Em muitas das vezes a pena de agressões no transito são irrelevantes perto do ocorrido e o processo dura anos sem movimentação, em certos casos são resolvidos com o pagamento de fiança, até mesmo responder em liberdade. Dado o exposto, é débil as ações do governo em relação às respostas às agressões, sendo um facilitador para a ocorrência de mais violência.
As agressões no transito vem se tornando muito comum que chega a ser assustador, com a demanda de automóvel que cresce a cada dia, a violência só tende a crescer ainda mais. No Brasil, o número de mortos em acidentes de trânsito cresceu 38,3% no período de 2002 a 2012, segundo dados do Mapa da Violência. Essas violências as vezes começa com uma simples discursão e pode acabar com um final trágico em muitas das circunstâncias.
Em 2016, a perda da capacidade produtiva causada por acidentes que mataram 33,5 mil pessoas e deixaram outras 28 mil com invalidez permanente, segundo cálculo da Escola Nacional de Seguros. Chega a ser a assunto, porém não recebem tanta atenção por essas tragédias que acontece nas ruas e rodovias.
Em via das informações dadas, é eficiente a intensificação das penas em relação à violência no trânsito, pela seriedade do assunto e a falta de interesse do governo. Devido a isso, é fundamental a rigidez do código penal, através dos senadores, em relação à violência no trânsito, também caso necessário, a realização de protestos contra a fraca resposta do governo sobre um caso tão sério. Só assim vamos poder viver mais seguros no trânsito, dimínuindo a quantidade de enfurecidos no volante.