Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 01/11/2021

“Toda ação tem uma reação” Essa máxima da terceira lei de Newton pode ser associada à questão do comportamento do brasileiro no trânsito. Afinal, a urbanização traz consigo a superlotação nas grandes cidades associado a falta de empatia do homem como todo é um dos grandes fatores que  somam nessa problemática de violência no trânsito brasileiro.

Em relação ao comportamento do homem no dia a dia do trânsito brasileiro, percebe-se que a falta de  empatia pelo próximo e o sentimento individualista do homem são as principais causas que somam para o aumento da violência no tráfego nacional, visto que a falta de paciência do indivíduo que convive diariamente com atrasos pela máxima quantidade de automóveis nas ruas, facilita diretamente nas brigas e discurssões. Esse comportamento pode ser entendido por meio dos estudos do filósofo Durkheim, que por meio da sua teoria da solidariedade orgânica afirma que os males da sociedade são causados pelo sentimento individualista do homem, que buscam apenas o benefício próprio.

Outrossim, ao analisar a violência no trânsito brasileiro é notório que com a industrialização e o desenvolvimento das tecnologias, como já afirmava Karl Marx em seu estudo determinista no qual afirmava que o homem é fruto do meio,  o indivíduo passou a ser um boneco das grandes empresas e dessa forma tornou-se necessário basear seu dia na vida profissional do trabalho, consequentemente e se  movendo de acordo com o horário industrial onde tudo é mais rápido e nunca há tempo para nada. Dessa forma, é perceptível que o aumento da velocidade nas ruas e avenidas e a diminuição na atenção de pedestres e sinais prejudicou ainda mais na violência no trânsito brasileiro. Ratifica-se tal situação por meio de estudos realizados pelo Ministério da Saúde, no qual afirma que só no ano de 2020, trinta mil mortes foram causadas pela violência no trânsito brasileiro.

Portanto, em relação ao comportamento do homem nas principais ruas e avenidas é notório que muitos pontos precisam de melhorias. Dessa forma, torna-se fundamental que as escolas, instituições responsáveis pela educação primária, por meio de palestras e projetos, ensinem os jovens sobre a importância da atenção e cuidado no trânsito, com o intuito de amenizar essa problemática na geração futura. Ademais, também é importante que o Estado, responsável pela segurança pública, aumente a fiscalização da alta velocidade nas principais ruas e avenidas, com o objetivo de diminuir os acidentes, além de aumentar a rigidez no processo da  habilitação inicial para uma maior conscientização dos indivíduos no trânsito brasileiro. Assim, por meio dessas ações será possível caminhar em busca de um futuro mais desenvolvido e seguro para a população brasileira.