Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 20/02/2022

É possivel afirmar que a violência no trânsito no Brasil é um problema, visto que não só gera problemas de ordem social, com consequências físicas e amputações, como também gera mortes e atrapalha o crescimento do país. Vale ressaltar, também, conforme dados do JUSBRASIL, que esta é a terceira maior causa de mortes no mundo, e que o Brasil ocupa a quarta posição em acidentes fatais. Assim, convém analisar suas causas e consequências, como também buscar medidas para solucioná-las.

Nesse contexto, os maiores índices de acidentes ocorrem entre jovens de 15 a 29 anos. Além disso, a ingestão do álcool, em consonância com a imprudência, a negligência, até mesmo a má conservação e sinalização de estradas e rodovias interferem nesses casos. Ademais , de acordo com dados do Jornal Contábil, os acidentes no trânsito custam ao país cerca de 220 bilhões de reais em indenizações por invalidez e mortes, acrescidos de gastos na recuperação com saúde.

Nesse sentido, reduzir essas estatísticas melhora a questão de saúde pública, como também ajuda no crescimento do país. Dentro dessa ótica, tem-se o desafogamento do SUS (Sistema Único de Saúde) que se encontra precário, somados à queda nos gastos com previdência, o que ajuda a manter a PEA (População Econômica Ativa) em produtividade, que por sua vez resulta na sobra de recursos para investir em setores estratégicos da nação. Dessa maneira, o cidadão poderá usufruir de seus direitos constitucionais, no que tange os direitos às garantias de segurança e da vida.

Em síntese, os óbices causados no trânsito são entraves para o crescimento do país. É essencial, portanto, que o governo federal, estaduais e municipais atuem em conjunto na melhoria das estradas e rodovias, por meio de verbas governamentais, assim como devem investir em propagandas e palestras nas escolas e comunidades, que visem conscientizar e reeducar as pessoas acerca dos perigos, e, ainda, reforçar as leis de trânsito e suas regulamentações. Finalmente, com a fiscalização atuante e a sociedade consciente essa questão poderá gradativamente ser erradicada, pois, como disse Gabriel O Pensador, “Na mudança do presente a gente molda o futuro”.