Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 22/03/2022
Hodiernamente, pouco se discute sobre a violência no trânsito no Brasil. Porém, sabe-se que essa temática é originada por vários fatores, como a falta de educação dos motoristas e a ineficiência governamental em proporcionar aos usuários um trânsito mais seguro.
Diante desse cenário, percebe-se que a violência no trânsito pode acarretar vários transtornos à população, por exemplo, aumento no número de mortes, acidentes e gastos no tratamento dos indivíduos acidentados. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o país teve 479.857 vidas perdidas para o trânsito entre 2007 e 2018. Assim, a sociedade brasileira carece de formação educacional, pois fica comprometida a segurança e o bem-estar dos condutores e pedestres ao trafegar.
Ademais, vale ressaltar que a ineficiência governamental pode desencadear aumento do número de acidentes no trânsito. É função das Autoridades Públicas fiscalizar educar os condutores para que dirijam com prudência. Em consonância com esse pensamento, o contratualista, John Locke, afirmar que o Estado deve garantir os direitos imprescindíveis aos indivíduos. Entretanto, nota-se inobservância quanto ao cumprimento das leis. Observa-se a falta de fiscalização, ausência de campanhas educativas e condições precárias das ruas, avenidas e estradas. Com isso, potencializa-se para que o elevado índice de acidentes cresça ainda mais no país.
Fica claro, portanto, que são necessárias para solucionar essa problemática. Logo, cabe ao Estado brasileiro em parceria com o Ministério da Educação elaborar projetos que possam reeducar os condutores e pedestres sobre a segurança no trânsito. Pode-se por meio de campanhas publicitárias conscientizar a população dos seus direitos e deveres no trânsito, com o intuito de reduzir a taxa de acidentes. Dessa forma, as Autoridades Competentes poderão proporcionar que os indivíduos consigam trafecar com mais tranquilidade.