Violência no trânsito em debate no Brasil
Enviada em 07/11/2022
O presidente Juscelino Kubitschek priorizou em seu governo a construção de rodovias em razão da ascensão da indústria automobilística. Paralelamente a isso, nos tempos atuais, esse desenvolvimento apresenta impactos negativos, já que cada vez mais há o aumento de casos de violência no trânsito, promovendo urgência de soluções para conter essa adversidade. Desse modo, cabe analisar causas como a falta de educação e a incompetência governamental.
Diante desse cenário, é importante destacar a carência de informação como contribuinte desse problema. Dessa forma, o ativista Nelson Mandela afirma que a educação é a arma mais poderosa que existe para mudar o mundo. Contudo, na comunidade a máxima do autor não se reverbera, pois apesar da maioria saber da importância de ter cuidados no ambientes das estradas, na prática a população não é relembrada dessa urgência — haja vista que a grade curricular não aborda de forma específica sobre como previnir, somente em situações oportunas, devido ao foco em outras temáticas —. Logo, é inadmissível que isso aconteça em razão do péssimo planejamento educacional.
Além disso, má gestão estatal impulsiona a problemática. Nesse contexto, de acordo com o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável pelo bem-estar da população. Nesse sentido, é observável que o governo até estabelece leis para conter a violência no trânsito, porém não existe órgãos específicos para fiscalizar esse tipo de situação, e quando é destinado alguma entidade, é somente em datas com maiores taxas de acidentes. Por conseguinte, esse cenário ocasiona a ampliação dessa calamidade, por causa da normalização desse tipo de situação em detrimento da negligência dos gestores.
Portanto, é evidente a necessidade de medidas para a resolução do impasse. Urge que o Ministério da Educação, responsável por gerenciar o ensino país, por meio do Senado, crie uma lei exigindo o ensino dessa temática nos colégios, com o intuito de diminuir a desinformação. Ademais, o Ministério da Segurança, órgão que busca proteger o cidadão, deve criar um órgão especializado para garantir que as normas sejam cumpridas, a fim de aumentar a efetividade da lei. Assim, será possível que o projeto de Kubitschek funcione da melhor forma possível.