Violência no trânsito em debate no Brasil

Enviada em 10/07/2025

Sendo o individualismo o maior conflito da pós-modernidade,segundo o filósofo Zygmunt Bauman, a parcela da população tende a não reconhecer a violência no trânsito em debate no Brasil como entrave recorrente. Nesse panorama, cabe enfatizar duas fontes para esse problema: automobilístico e negligência governamental.

Em primeiro lugar, é importante destacar o surgimento da indústria automobilística como promotora do problema. Nesse viés na década de 1930, ínicio dos ‘‘Anos Dourados’’ de Jk, o setor automobilístico foi incentivado no Brasil, promovendo a aquisição de veículos próprios. Dessa forma, apesar dessa posse permita melhores condições para mobilidade o avanço foi intenso, o que ocasionou um trânsito congestionado. Logo, esse cenário, aliada à baixa infraestrutura das rodovias gera risco à segurança nas estradas contribuindo para elevação dos índices de acidentes.

Ademais, é imperativo ressaltar a omissão estatl como potencializadora da problemática. Acerca disso, o escritor Gilberto Dimenstein, em sua obra ‘‘Cidadão de Papel’’, aponta a lesgilação brasileira como ineficaz, visto que apesar de apresentar uma boa teoria não se concretiza na prática.Nesse contexto, é notória a falta de políticas eficazes das autoridades governamentais na efetivação de leis de trânsito. Sendo assim, os indivíduos que cometem infrações, como dirigir sob efeito de álcool não são devidamente responsabilizados, o que acarreta a naturalização e a permanência desse comportamento na sociedade verde-amarela. Assim, fica claro que o problema ainda persiste devido ao descaso governamental.

Portanto, atitudes devem ser tomadas para amenizar o quadro atual. Para isso, é necessário que o Governo Federal, orgão responsável pelo bem-estar da população endureça as leis de trânsito. Tal ação deve ser feita através do aumento da pena de reclusão e multas, a fim de garantir um pensamneto responsáveis por parte dos motoristas.