Violência nos estádios: como combater esse problema?
Enviada em 10/10/2020
A violência em estádios de futebol é comum desde a Idade Média associados a obter o poder. Sobre esse cenário, os gladiadores de Roma, usavam a brutalidade e violência nos esportes com a justificativa de poder e cultura. Portanto, a sociedade após séculos obtém os mesmo traços de violência, porém por competição e por amor ao time.
Em primeiro plano, evidencia-se que torcidas organizadas com esse sentimentalismo pelo seu time pode causar desfechos nocivos. Desse modo, ocasionando desrespeito aos torcedores pacifistas que vão para o estádio com o objetivo de apreciar a partida. Em vista disso, os torcedores violentos tiram o direito humano, artigo 24, de descanso e lazer proporcionando violência, agressões e mortes a pessoas inocentes.
Vale também ressaltar, o conceito de estado de natureza, do filósofo Thomas Hobbes. Sob esse âmbito, para Hobbes o ser humano selvagem é movido pela busca incessante por satisfação, colocando os seus interesses acima dos outros. Assim, o torcedor apenas é movido ao ódio pela derrota, vendo a outra torcida como inimigo, em que muitas vezes os agressores não são responsabilizados ou identificados, comprovando a segurança ineficaz no Brasil.
É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para minimizar as violências no estádio. Posto isso, é imperiosa uma ação do governo do Brasil em usar o exemplo de outros países, tendo cadastramento dos torcedores, reforço policial e expulsão de torcedores com o objetivo de violência. Ademais, a mídia e os clubes devem fazer campanhas de conscientização a violência. Dessa maneira, situações como acontecia em Roma, serão excluídas da rotina dos torcedores em estádios brasileiros.