Violência nos estádios: como combater esse problema?

Enviada em 31/05/2022

A notícia “Time sem vergonha” de Gabriel Carneiro retrata o ato de ódio causado por torcedores contra o time São Paulo. Na reportagem, é relatado o ataque sofrido pelo ônibus da delegação por apedrejamento. De maneira análoga à narrativa, a questão das medidas para contenção da violência, no Brasil, enfrenta desafios no que diz respeito à dificuldade de algumas pessoas em conterem a violência nos estádios. Nesse viés, apresentam-se dois obstáculos para atenuação desse problema: as agressões físicas que ocorrem durante as partidas e as possíveis consequências disso.

Em primeira instância, nota-se a constante ocorrência de brigas entre torcedores durante partidas de futebol, assim, não só atrapalhando o jogo mas como também tendo a possibilidade de ferir gravemente alguém. É possível citar que, geralmente somente noventa e três por cento da torcida dos jogos brasileiros não comentem atos violentos durante o campeonato, de acordo com o site"Gazeta do Povo". Logo, é evidente a necessidade de uma providência do Ministério da Justiça contra esse tipo de atitude agressiva.

Outrossim, é importante pontuar que, devido a essa negligência govenamental, esses atos continuam a acontecer e se tornando cada vez mais violentos, assim, dando espaço para que muitas brigas na torcida progridam para homicídios. Como, por exemplo, é relatado no livro “Violência no futebol”, o qual afirma que nos últimos anos mais de cem mortes ocorrem em estádios. Desse modo, é substancial uma reviravolta nesse quadro.

Mediante o panorama exposto, o Governo Federal, como órgão de instância máxima administrativa, junto com o Ministério da Justiça, deve atuar a favor dos torcedores brasileiros, por meio de ações efetivas, como a criação de uma lei que proíba atos violentos da torcida durantes os jogos e, em caso de violação da lei, punições severas como multas e prisões a esses inflatores. Por meio disso, a fim de garantir que o maior número de cidadãos possam torcer sem violência. Dessa maneira, é possível visualizar uma realidade adversa a da retratada na notícia “Time sem Vergonha”.