Violência nos estádios: como combater esse problema?
Enviada em 19/04/2024
A violência nos estádios
O futebol remonta sua origem na China, há 5 mil anos, considerado paixão nacional, o mais popular em escala global, sabe-se que com o amor, vem o ódio e este não só machuca, mas como também, preocupa em relação a segurança dos torcedores e jogadores, as brigas entre as torcidas rivais tem um marco na histótia do esposte, seu mais marcante no Brasil, se encontra na década de 90, em razão de tamanho problema, é notavél a necessidade de discutir sobre o atual assunto.
Em 1995, Palmeiras e São Paulo disputavam em Pacaembu, na final da Super Copa SP de juniores, ao soar o apito final, a torcida organizada do Palmeiras, acabou entrando em campo, para comemorar junto ao time a vitória ao rival, em resposta, a torcida organizada do São Paulo, invadiu o mesmo, causando imenso conflito.
Um reforma estava sendo feita no estádio naquela época, os rivais encontraram uma porção de madeira e objetos ponteagudos, assim, usados com arma por tais.
Além disso, segundo a transmissora CNN BRASIL, informa que, em 2023, o duelo entre Santos e Corinthians sucedia-se, no seu momento final, quando acaba o jogo, o timão fecha a partida por 2 a 0, no entando, apesar de ter acabado bem no placar não se pode dizer o mesmo, aos 40 minutos do segundo tempo, a torcida santista passou a atirar rajões e sinalizadores, com o intuito de ataque ao goleiro Cássio, este que estava muito perto das bombas, pediu para que os torcedores deixassem o campo um pedido acatado pelo árbitro Leandro Pedro Vuaden, que encerrou a partida, pelo contrário ao imaginar que foi a primeira vez de Cássio, em verdade, o goleiro passou por muitas tensões na Vila Belmiro, como agressão.
Portanto, observa-se que tanto os jogadores, como, torcedores, são expostos aos riscos de terem ferimentos graves, sejam físicos ou psicológicos, por conta da lembrança do ocorrido, que ficará marcado não só na memória mas também no estádio, em análise, cabe ao Estado criar uma estratégia onde a circulação de transportes seja monitorada, por toda região do deslocamento, mais policiais treinados por perto e por fora do estádio, para intervir em caso de desordem, em primeiro momento, sem o uso de força, assim, garantindo a segurança de todos.