Violência nos estádios: como combater esse problema?
Enviada em 23/04/2025
Não é novidade para niguém que estádios de futebol são ambientes hostis e que oferecem certos riscos como a violẽncia oriunda da rivalidade entre times. Além dos sentimentos acalorados que esse tipo de evento proporciona, ocasionado pelo fanatismo exacerbado, eles também podem acabar sendo um antro de masculinidade e competitividade tóxica, extrapolando alguns limites do aceitável.
Segundo uma reportagem do Gov.br de 2024, Paulo Ricardo Gomes foi um torcedor de 26 anos morto em uma briga de jogo em estádio, num confronto entre os times Paraná e Santa Cruz. Paulo foi atingido por um vaso sanitário na cabeça e morreu na hora. Isso acontece com mais frequẽncia do que imagina-se, especialmente quando envolvem torcidas organizadas, e jogos de grandes times. O fanatismo doentio pode ser um problema maior do que o esperado, e é isso que leva a casos extremos e violencia, em lugares como estádios de futebol.
Por mais que atualmente, seja visível o aumento em policiamento e segurança nesse tipo de ambiente, continua não sendo o suficiente para conter esse tipo de ocorrido, e deter as torcidas organizadas que vão agressivamente fervorosas para tais eventos que envolvam a rivalidade. Isso também acaba prejudicando famílias que querem apenas curtir casual e tranquilamente um fim de semana vendo seus idolos do coração, tornando algo que poderia ser a realização de um sonho no maior pesadelo destas famílias.
Como solução para tal questão, a proibição de torcidas organizadas e programas e folhetos de conscientização nos estádios são de suma utilidade e importancia. Apesar disso, muitos torcedores desprovidos de noção podem acabar continuando com atos agressivos, por vezes, colocar astros e ídolos do futebol para falar sobre o tema na televisão, em podcasts e nos próprios estádios, ajudaria a atingir mais pessoas e as notificar do tipo de estrago, muitas vezes eterno, que a violencia nos estádios atrai.