Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 09/10/2025

No filme dirigido por Walter Sales, " Ainda estou aqui", ambientado durante Ditadura Militar no Brasil, é mostrada a agressividade policial em uma abordagem às meninas da trama, que são encurraladas com com força física. Para além da ficção, obeserva-se, no Brasil atual, com frequência, essa conduta violenta e injusta dos agentes, sobretudo contra os pessoas negras. Assim, faz-se necessária a reflexão sobre os impulssionadores desse revés: raizes histórica e omissão estatal.

Sob esse viés, nota-se esse tratamento hostil tem origem no passado. Um exemplo disso, ocorreu na “Revolta da Chibata”, no século XX, quando os marinheiros pretos se rebelaram pelo fim dos castigos físicos impostos pelos oficiais brancos, evidenciando a permanência da mentalidade escravocrata nas forças militares. Paralelamente, na contemporaneidade, percebe-se que essas intervenções cruéis ainda percistem devido á postura racista, pois muitos policiais continuam a usar de suas altoridades para subjulgar pessoas pretas. Desse modo, a estrutura policial brasileira ainda reproduz praticas descriminatórias que reforçam a desigualdade racial no tratamento.

Além disso, é valido ressaltar a ineficiência do poder público na proteção do povo negro. Acerca disso, embora o direito à segurança para todos seja assegurado pela Carta Magna de 1988, a integridade física e mental dessa parcela é violada, uma vez que a falta de verbas voltadas ao monitoramento das missões impede o controle eficiente das ações dos oficiais. Com isso, esse descaso facilita a irresponsalidade da sagurança pública, manifestada, nas abordagens que contêm humilhações e olhares de desconfiança e ataques físicos, que ferem o emocional, geram o sentimento de inferioridade e deixam marcas em seus corpos.

Portanto, tais condutas reprováveis precisam ser combatidas. Para isso, o Polícia Federal deve promever protocólos claros de comportamentos antirracistas, por meio de reuniões nos quarteis, com intúito de reprimir a violência contra os afrodescendentes. Ademais, é preciso haver uma fiscalização eficiente, por meio da ampliação de canais de denúncia, a fim de que tais crimes de discriminação sejam devidamente investigados. Logo, com aplicação dessas ações o Brasil poderá se diferenciar do erredo da obra “Ainda estou aqui”.