Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 22/11/2020
Torna-se mais evidente no contexto brasileiro, a análise do caso ocorrido no EUA sobre a morte de Geoge Floyd, um homem afro-americano, assassinado em Minneapolis, estrangulado por um policial branco durante um abordagem que após a sua morte houve protestos contra o racismo expandindo-se nos Estados Unidos e no mundo. Nesse contexto, as vítimas policiais se concentra em populações negra gerando grandes desigualdades. Com isso, desenvolveu-se diversos problemas, destacando-se o racismo e a ausência de desempenho das políticas sociais.
Em primeira instância, cabe analisar que o racismo existe desde a escravidão no Brasil, sendo o ultimo país da América a ser abolido. Dessa maneira, trazendo para os dias atuais, o maior número de mortes de jovens por homicídios é pelo racismo, que são afetado em operações da policia nas favelas. No entanto, dados do G1 mostram que a policia do Rio matou 1.075 pessoas, 80% delas negras correspondendo ao dobro de mortes dos Estados Unidos. É perceptível então, o déficit de respeito e profissionalismo em algumas instituições, ou seja, seria importante que os órgão responsáveis pela formação dos agentes inserissem inserissem em curso de formação aulas que trabalhe sobre o racismo.
Outrossim, vale destacar que algumas politicas criadas não cumprem 100% os seus objetivos, pois os sistemas sociais tem como principal visão o desenvolvimento econômico, a eliminação da pobreza e redução das desigualdades econômicas, o que não é realizado, pois existe a falta de acompanhamento de perto ao sistema para que sejam tomadas as medidas quando é despertado problemas com as diferenças sociais. Dessa maneira, a violência policial centra na população negra do Rio de Janeiro e de São Paulo tem sido sistemática, que por ser grave foi denunciada à comissão interamericana do direitos humanos, como o caso de Paraisópolis com operações policiais na favela deixando 1.800 pessoas mortas com 75% eram negras. Com isso, é necessário que as autoridades maiores sejam acionadas para a melhoria do efetivo, oferecendo assim as pessoas mais respeito e empatia.
Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. É imprescindível, que o Estado deve estabelecer Leis de instâncias e mecanismos de cooperação nacional e Estadual para qualificar o agente de forma igual, na qual os conteúdos oferecidos deve informar as importância do amor e respeito ao próximo independente de cor ou etnia havendo reduções no homicídios e o fim do racismo. Ademais os mesmos órgãos deve investir no curso da segurança pública com políticas que sejam estabelecidas e cumpridas na prática, inserindo regras e firmando novas Leis que trabalhem diretamente em novos padrões e doutrinas na formação do agente.