Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 19/06/2020

A escravidão foi um marco histórico marcante na sociedade do mundo, principalmente no Brasil, um dos países que mais se beneficiou dessa atitude desumana. Nesse contexto, o preconceito racial, enraizado na sociedade, é o que acarreta, todos os dias, a violência policial contra milhares de negros ao redor do mundo. Essa situação ocorre devido a incompetência ética de diversos profissionais e do descaso das entidades governamentais acerca desse assunto.

Em primeiro plano, vale ressaltar que, recentemente, durante a pandemia viral do coronavírus, o caso da morte do americano George Floyd, por agressão policial, ganhou repercussão mundial e desencadeou protestos em vários locais dos Estados Unidos da América. Nesse contexto, existem diversos outros casos de violência policial que, muitas vezes, acarreta a morte do indivíduo negro, isso demonstra que, devido suas ações desumanas, parte dos profissionais, responsáveis por manter a segurança dos cidadãos, apresenta uma ética questionável.

Além disso, é notório o descaso das entidades governamentais, visto que, não existe um apoio aos movimentos sociais realizados pela população negra visando o cumprimento do seu direito à vida e ao tratamento de igualdade perante aos demais. Ainda neste viés, é notório a falta de investimento na educação sobre a escravidão e os demais atos bárbaros cometidos à essas pessoas somente por apresentar uma característica biológica considerada diferente.

Em suma, é imprescindível que o Poder Público e entidades mundiais, responsáveis de bem-estar da população e pelo processo civilizatório, crie, por meio de verbas governamentais, formas rigorosas de avaliação dos profissionais a serem submetidos a esse importante cargo para a sociedade e projetos, que visam conscientizar a população sobre essa árdua desigualdade presente entre os cidadãos. Deste modo, será possível almejar uma sociedade liberta de preconceito e evitar que outros negros, como George Floyd, morra pelas mãos de preconceituosos policiais.