Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 19/06/2020

No ano de 1888, foi declarada a abolição da escravatura pela Princesa Isabel no Brasil, todavia, o racismo foi criminalizado somente após 100 anos. No contexto mundial, o negro ainda sofre de diversas maneiras com o preconceito enraizado na sociedade, visto que a agressão sofrida pelos mesmos tornou-se cada vez mais constante. Desse modo, a comunidade depara-se com desafios para conter essa problemática.

De início, é indubitável que o racismo no mundo atual é recorrente de um passado de escravidão e inferiorização dos negros.Nesse sentido, segundo o psicanalista Sigmund Freud em sua teoria do superego,regras sociais não nascem com o indivíduo, mas são passadas pela sociedade como forma de viver corretamente nela. Sob tal ótica, nota-se que a formulação de identidade da sociedade é baseada em relatos passados pelas gerações antecessoras, na qual são de extremo conservadorismo, visto que seguem preceitos arcaicos e religiosos. Por conseguinte, esse ódio leva a perda da moral e da ética, alem de estimular ações violentas.

Outrossim, é correto afirmar que a discriminação do povo afro descendente demonstra-se comum, dado que a violência policial com esse grupo faz-se notória. Nesse sentido, de acordo com o cientista Albert Einstein, é mais fácil destruir um átomo do que o preconceito. Essa realidade torna-se evidente, uma vez que a luta contra o preconceito se tornou um marco mundial no século XXI.Como decorrência disso, o grupo policial sofre com repressões em manifestações mundiais,nas quais o objetivo é lutar contra a violência recorrente na comunidade preta.Dessa maneira, ressalta-se a importância da consciência negra na atualidade.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para conter o avanço dessas adversidades no mundo contemporâneo. Por tudo isso, o Ministério da Educação, em parceria com as instituições midiáticas e escolares, devem propor uma reeducação social e cultural mediante a circulação de campanhas educacionais e raciais, em jornais, revista, internet, em palestras nas escolas e nas praças públicas, com intuito de promover uma maior conscientização social e cultural e, dessa forma, acabar com a violência policial contra o povo negro