Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 20/06/2020
Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa os problemas que o racismo e a violência policial trazem para a sociedade contemporânea, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática, e a problemática persiste ligada à realidade do país. Nesse sentido convém analisarmos as principais causas, consequências e possível solução para esse impasse. Inicialmente, é primordial pontuar que o racismo deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que controlem tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, policiais matam diariamente pessoas negras inocentes sem motivo algum para esse fato. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Além disso, é imperativo ressaltar a falta de rigidez das leis que define tais preconceitos de raças como promotor do problema. De acordo com o site de notícias “UOL” Entre 2007 e 2017, mais de 400.000 afro-brasileiros foram mortos sob violência policial. Partindo desse pressuposto vemos que muitas pessoas afrodescendentes estão morrendo apenas pela cor de sua pele, é inadmissível que este fato ocorra na sociedade contemporânea. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que muitas pessoas estão desrespeitando essas leis, a falta de punições severas contribui para a perpetuação desse quadro prejudicial.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Logo, os senadores, deputados federais, deputados estaduais e vereadores, deve instituir medidas mais punitivas e rigorosas dando mais visibilidade para a Leis que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. Dessa forma busca-se o fim não apenas das violências policiais contra negros no Brasil, mas também do começo para o combate ao racismo.