Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 22/06/2020
A primeira de Newton, conhecida como lei da inércia, postula que a tendencia natural de um corpo é manter em repouso, ao menos que uma força seja aplicada para mudar seu estado. Em vista ao postulado newtoniano, nos dias hodiernos a violência policial contra negros se mostra um desafio ao estado, pois o deferido problema se mostra de maneira inerte, afetando milhares de vidas negras. Nessas perspectivavas, é necessário que medidas sejam tomadas para erradicar esse empecilho, a fim de amenizar a alta taxa de pessoas mortas pelas forças armadas.
Em primeiro plano, é de viés destacar que o preconceito está enraizado na sociedade, e mostrando que os séculos de escravidão deixaram marcas profundas na desigualdade social. Essa diferenciação pode ser vista no número de mortes de negros, que na qual totalizou 74,5% do total de fatalidade intervenção policial em 2017 e 2018 segundo o IBGE. Esses dados demostram que a opressão racial da policia e o despreparo para lidar em diferentes abordagem é notório, mostrando que medidas devem ser tomadas para mudar esse descaço do estado sobre vidas negras inocentes.
Em segunda analise, sabe-se que Martin Luther King foi um dos lideres responsáveis em tentar combater o racismo nos Estados Unidos, através da resistência não-violenta. Tendo ideias que ‘‘as pessoas oprimidas não podem permanecer oprimidas para sempre. O anseio pela liberdade eventualmente se manifesta’’, como está acontecendo nos dias hodiernos após a morte do ex-segurança negro George Floyde, que acarretou uma onda de protestos nos Estados Unidos e no mundo, mostrando que as pessoas não toleram mais serem oprimidas pelo despreparo das forças armadas.
Destarte, que se medidas não forem tomadas para mudar a situação da problemática em questão, o número de pessoas mortas pelo estado eventualmente vai crescer. Dessa maneira, cabe ao Ministério público propor punições mais rígidas a esse tipo de caso. Além de propor um curso especializado em tipos de abordagem, pois é notório a diferença em zonas ricas e pobres, com o intuito de erradicar a problemática. Ainda mais que segundo o Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, mostrando que a diferenciação nos tipos de abordagem fazem uma distinção social.