Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 23/06/2020
Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele. Martin Luther King, pastor negro, mundialmente conhecido por sua luta contra o apartheid, no presente, no presente, seus pensamentos ressoam ainda fortes devido à visibilidade midiática nos casos de abusos policiais, como o de George Floyd. Nesse sentido, é correto afirmar que, a violência policial é fruto de um racismo estrutural, e que não existe em sozinha.
Primeiramente, vale ressaltar que a estrutura racista é a ideia de que uma sociedade é baseada na discriminação que privilegia algumas raças em detrimento das outras. Na policia, ela se prova por meio da sua conduta com os inúmeros casos como o de João Pedro de 14 anos, causando a sua morte pela polícia dentro de casa, resultando numa grande contusão nacional. Dessa forma, percebe-se que, atualmente, hábitos e costumes racistas ainda influem no agir policial.
Ademais, pode-se dizer que o Estado também exerce condutas racistas, como o caso de Donald Trump, Regente nacional, afirma que: “O Distrito de Cummings é um desastre repugnante, infestado de ratazanas e roedores”, tendo em vista que 53% da população de Cummings é negra. Quando Presidentes não discursam ou repreendem, validam atos de violência racial, o espaço ja existente para que haja uma agressividade como houve com Floyd e uma criança, abrir-se-a ainda mais em uma ascendente estatística que contabiliza a morte de pessoas negras.
Portanto, é necessário que o Governo tenha uma graduação voltada para os casos de violência policial por meio de uma reformulação em suas escolas de formação, afim de reeducar a mente dos seus alunos para que eles reduzam tais atos de bestialidade, tendo um compromisso com a pauta de pessoas negras. De igual forma, deve-se cobrar decoro do dirigente de seu País por suas falas e suas atitudes com quanto Chefe de Estado para que assim, o sonho de Martin Luther King, seja não mais utópico e passe a ser tangível para a população negra.