Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 27/06/2020

Na Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 7, diz que todos são iguais perante a lei e, sem distinção. Entretanto, não é está a realidade existente tanto Brasil como no mundo, tendo em vista que a polícia como autoridade abusa de seu poder e ferem os Direitos Humanos ao tratar com indiferença e desigualdade classes negras, os discriminando e usando a violência como meio para justificar seu preconceito racial.

Deve-se destacar, de início, que a grande desigualdade raciais entre vítimas da violência policial reproduzem a ideia entre muitas pessoas de que a autoridade não deveria tratar todos os cidadãos com igualdade o que é preocupante, pois essa brutalidade se concentra  mais nas populações negras, o que torna um dos complicadores do problema. Nesse sentido, segundo a Declaração dos Diretos Humanos, cabe ao Estado viabilizar ações que garantam a segurança a todos sem distinção. No entanto,nota-se, que a preservação da ordem pública rompe com as defesas da Alegação, uma vez que todos tem direito a proteção igual contra qualquer incitação a tal discriminação que viole a presente na Declaração. Dessa forma, é inaceitável que, em pleno terceiro milênio, a segurança publica não seja igualitária para todos, violando o que é exigido constitucionalmente.

Com isso, reflete um amplo reconhecimento  que a atuação da polícia é diferenciada por cor e classe social, o que acaba que essa diferença e divisão sociais se tornem um um obstáculo para as reformas policiais, por não existir um consenso social e político a favor da reforma. Contudo, Já dizia o filósofo suíço, Jean-Jacques Rousseau, que a vontade geral deve emanar de todos para ser aplicada a todos. Nesse sentido, para que a violência policial contra negros sejam acabados, é necessário que seus representantes haja de acordo com os direitos e deveres dos cidadãos e tenha uma administração justa e eficiente. Desse modo, polícias tem o dever de enxergar todos por igual sem que haja discriminação, para que assim, acabe com esse preconceito, até porque, em tese, as autoridades tem que levar em conta o problema e reduzi-la  na sociedade e não os jugá-los pela a cor, isso, em todos os país que tratem essa etnia com indiferença, principalmente no Brasil.

Portanto, a violência racial é um mal a ser superado. Para tanto, o Estado por meio de projetos que trabalhe questões étnico-raciais, deve impor especulações por parte das autoridades responsáveis pela segurança e ordem pública,  para que haja vigilâncias que reforcem a segurança dessas pessoas contra a discriminação, e a favor da dignidade dos envolvidos em quaisquer situações de violência. No intuito, de construir uma sociedade justa e igualitária em prol de todas as classes. Assim,  obtendo-se a valorização desses indivíduos.