Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 03/07/2020
Segundo a edição do Atlas da Violência de 2019, 75,5% das vítimas de assassinato por policiais em 2017 eram indivíduos negros; ação reflexo da segregação implantada na sociedade brasileira no sistema pós-escravocrata, meio o qual tornou a população negra, mais de que 50% populacional no Brasil, refém das trincheiras raciais que os marginaliza.
É importante evidenciar a existência do abuso de autoridade usufruído por certos policiais, agindo de forma agressiva e, variadas, sem a devida averiguação de delitos, principalmente com a população, majoritariamente marginalizada por fruto da segregação racial. O adolescente Anderson Cardoso, de 17 anos, foi morto no Alemão, em 2018, durante uma troca de tiros entre policiais e bandidos, enquanto andava com a mãe, após ser confundido com um dos suspeitos, evidenciando o preconceito existente, muitas vez maquiado. O uso da opressão militar e pré-julgamento corroboram para o descrédito e a sensação de insegurança à populacional, pois essa espera proteção, e não mais o contra-ataque.
O papel preciso das forças de segurança pública é promover a manutenção da ordem populacional, porém, a recíproca perde-se no atitudinal adverso de muito policiais que agem em prol de hierarquias sociais racistas e classistas, privilegiando seus conceitos e fechando os olhos para a precariedade da violência, em principal nas comunidades periféricas.
Portanto,é necessário que o governo por meio da Secretaria de Segurança Pública,crie um programa através de uma denúncia assim como o 190 que fiscalize e investigue tais fatos contra negros por conta do racismo.Sendo assim,para vivermos em uma sociedade igualitária é necessário igualdade racial entre as autoridades públicas para não haver conflitos e preconceitos.