Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 26/06/2020

É de conhecimento geral os homens negros, sobretudo jovens, são as principais vítimas da violência politica no Brasil e no mundo. A taxa de mortalidade dos negros são três vezes maior que a do branco. Entre janeiro e julho de 2019, só a polícia do Rio matou 1.075 pessoas, 80% delas negras. Os afro-brasileiros são mortos sob violência policial, disputas entre gangues, mas acima de tudo, vítimas de discriminação racial histórica e racismo estrutural no Brasil.

Em consequência disso, nota-se que o Brasil não teria negros em 2012. Falavam que os negros foram desaparecendo, fato que coincidirá com a extinção paralela da raça negra entre nós. Também falavam que a força do “sangue branco” diluiria o “sangue negro”. Uma serie da Netflix, mostra a “realidade” entre a vida dos negros, como por exemplo: “Coisa Mais Linda”, “Sempre Bruxa”, entre outras.

Diante de casos que chocaram os países, pode ser citado o recente corrido com o americano George Floyd, que foi asfixiado até a morte por uma policial branco. E com isso os protestos e confronto violente por causa da morte de George Floyd, esse protesto parou o mundo todo.

Atualmente, observa-se que o governo brasileiro ainda não tomou uma decisão sobre votará. Uma ala dentro do Itamaraty defende que o Brasil seja contrário ao projeto. Pelo menos dois motivos estariam pesando. O primeiro deles se refere à aliança entre Brasília e a Casa Branca. Mas o governo também teme que, se aprovada, a comissão de inquérito também analisar o comportamento da policia brasileira. Além disso, não são apensas a situação americana que deveria ser avaliada, mas também “outras partes do mundo”.

Uma declaração feita na ONU, ONGs nacionais, Coalizão Negra por Direitos, indicou que apoia “a proposta de resolução sobre os Africanos e dos Povos de Ascendência Africana e a brutalidade policial”.

Levando-se em consideração esses aspectos, “O Brasil é um país em dívida histórica com sua população negra. Não há democracia, cidadania ou justiça social sem o compromisso público de reconhecer o movimento negro como detentor de direitos e lutar contra a brutalidade policial”, alertaram. “Além disso, centenas de quilombolas estão ameaçados de expulsão de suas terras devido a projetos econômicos, especialmente na Amazônia brasileira”, complementaram.