Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 05/07/2020

A violência policial contra a comunidade negra vem persistindo drasticamente no Brasil e no mundo. Desse modo, certa parte dos profissionais que deveriam ser responsáveis por controlar a violência, vêm usufruindo de sua profissão e autoridade a fim de praticá-la. Tais agressões são executadas intencionalmente a ponto de cometer quaisquer ato que resulte em acidente, trauma psicológico ou morte em indivíduos negros. Logo, nota-se que o racismo está presente no ambiente policial e deve ser combatido.

Assim, casos recentes como: João Pedro, carioca negro de 14 anos, falecido no dia 18 de maio por meio de policiais que atiraram dentro de sua residência, na qual João e seus amigos estavam, durante uma operação conjunta das polícias Federal e Civil do Rio de Janeiro, segundo o G1, e George Floyd, estadunidense negro de 46 anos, assassinado no dia 25 de maio por um policial branco que ajoelhou-se em seu pescoço por quase nove minutos ao longo de uma abordagem, por hipoteticamente utilizar uma nota falsa de vinte dólares em um supermercado, segundo o G1, geraram grande revolta e abalo na sociedade, dando início às hashtags #BlackLivesMatter e #BlackOutTuesday, as quais paralisaram as redes sociais e o planeta.

Também, Jacqueline Sinhoretto, coordenadora da pesquisa do Gevac da UFSCar, afirma: “Existe um mito que a população negra é maior e por isso os números são automaticamente maiores. Isso não é verdade: no estado de São Paulo, apenas 30% da população é negra”. Ainda sobre o estudo, foram examinados 939 casos de atuações policiais entre os anos de 2009 e 2011. O resultado mostra que 61% das vítimas de óbito por policiais eram negras. Ademais, a análise aponta a existência de “mecanismos de produção da desigualdade racial” dentro das instituições de segurança pública. Portanto, é comprovado que há uma vigilância policial intensificada para cidadãos com esse perfil, por causa da cor de sua pele, o que é ilógico e absurdo.

Dessa forma, os policiais que praticam tal maldade devem reconhecer seus erros e colocar em prática atitudes empáticas. Concluindo, é necessário a realização de aulas sobre a comunhão negra e o racismo, destinadas aos policiais, garantindo que sejam dadas punições adequadas àqueles que violarem as leis, de acordo com a gravidade do ato, e caso não houver infrações, não punam inocentes, divulgadas por meios de comunicação, que tenha finalidade conscientização da Polícia Militar em relação a violência contra os negros.