Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 06/07/2020

Em 1535 chegou no Brasil o primeiro dos muitos navios negreiros que iriam vir para vender escravos para grandes fazendeiros, no entanto, tal prática também era popular em outras localidades do globo e abolidas eventualmente, mas muitos grupos racistas, como a Ku Klux Klan, surgiram devido a falsa crença de que pessoas de tom de pele claro são superiores à outras de tonalidade de pele mais escura. Muitos desses valores são perigosos, pois, tais podem influenciar até o julgamento de agentes da lei à agirem de maneira barbara com uma parcela da população ou até fazer com que haja mais violência contra negros do que com outras raças. A violência policial contra negros é bem representado pela morte do norte-americano George Floyd, quem foi sufocado até a morte por um policial que era responsável por prendê-lo, segundo o policial o suspeito teria reagido à prisão, consequentemente, forçando o policial à agir de madeira violenta em legítima defesa, no entanto um vídeo viral mostra que na realidade Floyd estava imobilizado no chão e implorando pela sua vida. Além disso no estado do Rio de Janeiro, entre os mortos pela polícia 80% deles eram negros, segundo a ISP (Instituição de Segurança Publica). Estes eventos demonstram que a brutalidade policial é uma realidade que muitos negros convivem diariamente em todo o mundo. A Inépcia policial em casos envolvendo negros é notável através do levantamento feito pelo IPEA (Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada) onde é comprovado que entre as mortes violentas de 2017 cerca de 75% desses crimes tinham como vítimas negras ou pardos, o que comprova uma diferença entre a proteção policial entre pessoas de diferentes raças. Para que seja possível que tais problemas sejam solucionados é necessário que canais infantis internacionais ou “youtubers” que tenham como foco entreter crianças demonstrem para tais que a cor da pele é algo indiferente e que todos devem ser tratados da mesma forma, assim, diminuindo o racismo das próximas gerações e, consequentemente, diminuindo a futura violência policial contra negros ou pardos.