Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 09/07/2020
Assinada em 13 de maio de 1888, a Lei Áurea devolve a liberdade aos negros escravizados por mais de 200 anos no Brasil. No entanto, uma liberdade sem direitos, sem moradia, sem emprego e a única coisa que foi dada ao preto após a escravidão foi o preconceito contra a sua cor. Outrossim, o racismo permanece na sociedade atual e, é refletido no dia a dia do negro, um exemplo de tal fato é a violência policial que muitas vezes é apoiada por comandantes militares. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura policial de forma urgente.
Em princípio, é imperativo pontuar que o preconceito racial está enraizado na sociedade como uma cicatriz da escravidão. Segundo a banda brasileira O Rappa, ¨Todo camburão tem um pouco de navio negreiro¨, trecho que expressa a violência e preconceito praticado pela polícia, preconceito esse apoiado pelo comandante da tropa de elite de São Paulo, que diz, que abordagem nos Jardins tem que ser diferente da periferia, de acordo com o site de notícias uol. Dessarte, o que prova o racismo dentro das instituições policiais, visto que, a maior parte dos moradores da periferia são negros e pobres.
Ademais, é indubitável citar que 75% dos mortos pelos agentes brasileiros são negros, conforme o site Alma Preta. Como resultado, a população negra brasileira se sente insegura e desprotegida pela polícia, tendo como exemplo o menino que morreu dentro da sua casa com tiros de fuzil, acarretando na revolta popular de pessoas que dificilmente confiaram novamente na polícia.
Assim sendo, é necessário que os líderes militares em pareceria com o Poder Legislativo criem leis rígidas, como a punição de dois a seis anos de reclusão e avaliação psicológica para agentes que demostrar comportamentos agressivos e racistas. Destarte, terá uma sociedade mais harmônica e livre de preconceitos.