Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 09/07/2020
A origem
Promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança e ao bem-estar social. No entanto, a violência policial contra negros no Brasil e no mundo impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nesse contexto, há dois fatores que não podem ser negligenciados, como a desigualdade racial e as punições lentas e pouco eficientes por parte do governo.
Em primeira análise, cabe pontuar que a educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na desigualdade racial. De acordo com a ONU, em 2017, ocorreu 49.500 homicídios contra afro-brasileiros. Diante do exposto, a sociedade não pode aceitar negligência do estado.
Ademais, convém ressaltar as punições lentas e pouco eficientes por parte do governo como promotora do problema. No país, os processos são demorados e as medidas coercitivas acabam não sendo tomadas no devido momento. Tudo isso retarda a resolução do problema, já que as punições lentas e pouco eficientes contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Desse modo é importante que haja intervenção governamental para aprimorar os órgãos de defesa contra tais crimes. Ademais, necessita-se, urgentemente, atingir a origem do problema e instruir em escolas aulas obrigatórias, de modo a desconstruir desde cedo ideias preconceituosas que são potenciais estimulantes para futuros comportamentos violentos.