Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 09/07/2020
Faces do racismo estrutural na sociedade.
No fim do século XVII, especificamente em 13 de maio de 1888, ocorreu a Abolição da Escravidão no Brasil por meio de uma lei votada pelo senado e assinada pela Princesa Isabel, o Brasil era o último país da América a finalizar o período escravocrata. No entanto, após o fim deste período, grande parte população afrodescendente não tinha riqueza alguma, por isso cresceram em locais marginalizados e por conta disso, estereótipos racistas foram levantados e persistem na sociedade contemporânea, estes refletem comumente na polícia e suas ações.
Recentemente, no dia 25 de maio de 2020, George Floyd, contestável por ter tentado comprar algo utilizando dinheiro falso, acabou morrendo no Minnesota, logo após que um policial branco, comprimiu o seu joelho no pescoço de George por alguns minutos, causando a morte do cidadão ali mesmo, o que causou revolta no mundo inteiro. Assim, reforçando o quão presente o preconceito racial ainda está presente na sociedade contemporânea.
Assim como, a Organização das Nações Unidas(ONU) declara que acima de 400 mil negros no Brasil foram mortos, não só vítimas de violência policial, mas também vítimas de um racismo estrutural que nos enraíza desde o início do tráfico negreiro se disfarçando em estereótipos. Portanto, é fato de que o racismo é presente na vida dos brasileiros.
Em síntese dos fatos, é necessário campanhas e a implementação de educação antirracista nas escolas públicas e privadas, esta que seria feita pelo Ministério da Educação conjuntamente com Secretarias Estaduais de Educação e com o Ministério da Defesa, por meio do implante de livros e apostilas em escolas e academias militares, que citariam como problema grave a opressão e violência contra a população afro. Em consequência, casos de violência e preconceito cairiam drasticamente por conta da didática adotada, visto que todos seriam educados sabendo da discriminação e da história de luta dos negros.