Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 09/07/2020

Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Pelo o fato de negros terem sido escravizados não só no Brasil, como no mundo todo, foram estigmatizados como pessoas sem valor. Devido a essa herança histórica grande parte deles foram privados de escolarização e, consequentemente não tiveram oportunidades de desenvolver sua carreira profissional. Infelizmente, por conseguinte, há preconceito com a raça em relação a roubos, crimes, assaltos, dentre outros. Atualmente, existem profissionais da área da segurança, os quais estão incumbidos de promover proteção à população de forma imparcial, contudo, alguns destes permanecem praticando atos violentos contra negros, em virtude de preconceitos.

Como problemática a ser apontada tem-se a quantidade de negros que são vítimas de agressão policial, sendo constatado um número maior do que o das outras pessoas. Segundo pesquisa e análise feitas pela Jacqueline Sinhoretto, entre 939 casos de ações policiais, 61% das vítimas de morte eram negras, onde, na esfera infanto-juvenil dois terços de óbitos eram de afros descendentes. Logo, observa-se que há uma pré-disposição ao preconceito.

Outro ponto para analisar são os movimentos de indignações por parte da população em relação à  revolta policial e a violência contra os negros, como exemplo as manifestações que ocorreram em frete à casa branca devido à morte de um mestiço, George Floyd de 46 anos, pela a polícia em Minneapolis, sendo que o agente de segurança pública estava em uma investigação sobre a compra de cigarros com dinheiro falso. Além disto, em uma das expressões populares, os policiais utilizaram spray de pimenta e bombas de efeitos morais nos manifestantes, conforme pesquisas feitas pelo site “News Brasil”, o que  aumenta a resistência dos manifestantes e estimula confrontos sociais.

Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver tais impasses. Os ministérios da Cidadania e do Desenvolvimento Social (MCDS), da Educação (MEC), da Integração Nacional (MI) e da Justiça e Segurança Pública (MJSP) juntamente com a Organização das Nações Unidas (ONU) devem promover discussões em âmbito mundial e federal para que a diversidade possa ser mais valorizada, minimizar as diferenças raciais e eliminar os confrontos sociais, extinguindo, assim a pré-disposição ao preconceito e a violência racial.