Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 10/07/2020
A melanina é uma proteína responsável pela proteção da pele contra os raios ultravioletas, quanto mais for pigmentada a melanina maior é a proteção. Todavia, é comum observar que a maior quantidade de melanina é vista desde há muito tempo atrás como representação de inferioridade, incapacidade, desigualdade, entre outros significados que podem ser encontrado por trás de quem possui uma pele negra, percepções estas de como o negro ainda é visto por muitos de pele branca, mesmo no século XXI.
A morte de George Floyd nos Estados Unidos, assim como a de João Pedro, no Brasil, dentre vários homicídios da população negra. são carregados pelo contexto histórico social no qual revela como o negro é percebido e tratado na sociedade, com os mesmos olhos de preconceitos como era antigamente desde a escravidão, sendo possível perceber que há um descompasso na evolução da humanidade que possuiu capacidade para mandar um homem à Lua, mas ainda não desenvolveu a capacidade de empatia e amor ao próximo.
Apesar de movimentos sociais que abordam a importância das vidas negras, a voz do negro não é ouvida pelos órgãos governamentais, pois ainda são considerada a população mais desfavorecida dentro do sistema econômico, que sofrem pela desigualdade, pela segregação, pela falta de oportunidade. Morar em periferia não foi uma escolha, mas sim, a única solução que havia para a maioria das pessoas negras para que tivessem uma moradia. Violência, homicídios, entre outras injustiças fazem parte da vida do negro. Para conter os atos de violências oriundas de policiais à esta população, cabe ao governo, leis mais rígidas para com os policiais afim de evitar homicídios, além da cassação da carteira policial, mais investimento financeiros nas investigações das mortes das vítimas.
Portanto, uma nova percepção, mudança de pensamento, maior assistência a estes indivíduo mais desfavorecidos, podem ser o começo do primeiro passo para o avanço da humanidade em ser mais humanos.