Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 12/07/2020

As adversidades humanas sempre existiram, e o seu fim parece estar muito longe da realidade. Não apenas no Brasil, mas também no mundo, o racismo contra os negros sempre foi motivo de discussão, pois, frequentemente, negros são alvos de policiais e policiais negros alvos dos criminosos. Logo, percebe- se a necessidade de uma educação mais contundente para com a sociedade, pois a desigualdade racial vem causando dor e muito sofrimento para muitas famílias que perdem seus entes queridos.

No Brasil não teria negros em 2012, essa foi a previsão apresentada no 1° Congresso Mundial das raças em 1911, em Londres. A tentativa era embranquecer o Brasil após a escravidão. Segundo dados da revista UOL , entre janeiro e julho de 2019, a polícia matou, só no Rio de Janeiro, 1.075 jovens e dentre eles 80% eram negros. Esse total é o dobro, comparando com os EUA no mesmo período. Apesar do Brasil estar à frente em relação as mortes por racismo, os EUA também têm ganhado muita repercussão nas mídias de todos os países após a morte de um homem negro, asfixiado por um policial branco em 25 de maia deste ano.

Essa desigualdade também está presente nas corporações de Segurança Pública do Brasil, pois, uma minoria representada por apenas 37% de homens negros faz parte das Tropa Militares. Além disso, os militares negros são os alvos dos bandidos segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, pois, só no ano de 2018, dos 343 Agentes de segurança mortos por marginais, 51,4% (177) eram negros fardados. Com isso, milhares de famílias, tanto de jovens quanto de policiais choram, pois, “a dor tem cor”.

Em relação aos fatos mencionados, é notável que o preconceito racial ainda é muito grande, e todos os anos milhares de pessoas têm suas vidas decepadas em todo o mundo. Apesar de livres desde o século XIX, os negros continuam acorrentados ao preconceito. Por isso, é necessário que as Autoridades Judiciais, de forma rígida, faça valer o que está previsto na constituição Federal de 88 no artigo 5°, em que coloca todos iguais perante a lei, e por meio desta, aprovada pelo Congresso Nacional,  aplicar punições de forma mais severa os que praticam a descriminação racial, e também aos que ceifam a vida de pessoas inocentes por meio da descriminação . Além disso, as autoridades governamentais, junto ao Ministro da  Educação, implantar nas escolas, didáticas que ensinem as crianças sobre a igualdade de maneira mais profunda, levando-os a entender que a dor do outro é a sua dor. Assim teremos uma geração com mais amor no coração. Afinal, ninguém nasce racista.