Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 11/07/2020
Em 2020, George Floyd foi assassinado brutalmente por policiais. Ele não foi o primeiro e também, infelizmente, não será o último. Nos anos de 1950 a 1960 houve um homem que morreu por defender os direitos civis do povo negro, seu nome era Martin Luther King Júnior. A sensação de impunidade alimentam esses casos e trazem o autoritarismo de volta á tona.
Nas palavras de Marx: “se hoje a Inglaterra está rica, foi a custa de sangue de negros e latino-americanos”. Desde a colonização brasileira, o negro vem sofrendo pela sua pele, foram escravizados, torturados, sua cultura foi marginalizada e, quando libertos, não receberam amparo de ninguém.
A história causou uma sensação de que: “ninguém liga para esse povo”. E logicamente, isso acarreta na violência contra essa classe. No Rio de Janeiro, são inúmeros os casos de crianças atingidas por balas perdidas, de terreiros de umbanda destruídos, de negros falsamente acusados de crime e sofrendo preconceito e racismo diariamente.
Se a escravidão durou tanto tempo, não vai ser em pouco que vamos reverter seus males. É necessário uma ação conjunta entre governo, mídia, família e escola. O governo deve estimular a entrada de negros e pardos na universidades através de cotas, do FIES e do ProUni. A mídia precisa dar mais destaque jornalístico e artístico ao povo negro.
As famílias são essenciais no combate a violência policial, devem se mobilizar para exigir respeito por parte da comunidade militar. As escolas devem ensinar o passado do povo negro em detalhes e estimular a busca por esse conhecimento na vida de seus alunos. Em suma, se o racismo e a violência são frutos de opressões sociais, a mesma sociedade por dar um fim neles com luta e dedicação.