Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 13/07/2020
Segundo Martin Luther king, pastor batista e ativista norte americano, em uma de suas citações, “Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele”. Em referência a isso, verifica-se que, o negro mesmo após vencer a escravidão, continua sendo uma figura marginalizada na sociedade contemporânea. Para ilustrar tal questão, a violência do setor de segurança pública contra os negros vem aumentando no Brasil e no mundo.
A priori, o abuso da força física em abordagens policiais têm sido cada vez mais frequentes. Como resultado, a morte de George Floyd noticiada no Jornal Nacional, retrata o falecimento de um cidadão norte americano negro, que mesmo após ser algemado e colocado de bruços no chão sem apresentar resistência, o policial se ajoelha em seu pescoço o asfixiando até o seu óbito. Assim, noticias de policiais tomando medidas mais severas em relação aos negros por acharem que são um risco eminente é comum.
Ademais, a maioria das mortes cometidas por policiais no Brasil em certas regiões tem como seu público alvo negros. Nesse contexto, dados de um levantamento feito pelo Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP-RJ) revelam que pretos e pardos representam cerca de 78% dos mortos por intervenção policial no Rio de Janeiro em 2019. Dessa maneira, é evidente que existe um preconceito social e por conta disso as pessoas são separadas em um grupo de suspeitos por a sua cor de pele.
Logo, para que o preconceito racial seja combatido e mortes dessa natureza não ocorram medidas preventivas devem ser implementadas pelo Poder Judiciário e Legislativo, este por sua vez criando leis mais severas para crimes raciais e aquele garantido os direitos individuais sejam colocados em prática, para que a tonalidade da pele não defina o seu caráter ou valor, assim, a sociedade será mais justa e igualitária como imaginada por Martin Luther King.