Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 11/07/2020

Na obra “Utopia”, do autor inglês Thomas More, é descrita uma sociedade ideal na qual corpo social padroniza-se pela falta de obstáculos. Porém, o que se observa é o oposto da obra acima, já que a violência policial contra negros no Brasil e no mundo exibe barreiras que impedem a realização dos planos de More. Essa visão contrária é fruto, tanto do “surgimento” de adeptos ao racismo, quanto do descaso do governo.

A priori, é inegável salientar o “surgimento” de adeptos ao racismo como agente do problema. Nota-se que, há 30 anos, a Constituição Federal fio elaborada com o intuito de garantir os direitos e o bem-estar social para todos os indivíduos. Não obstante, essa não é uma realidade, ou seja, percebe-se que esse preconceito sempre existiu mas, por ser em menor quantidade e recriminado pela sociedade, era reprimido. Certamente, esse sentimento de ódio veio propagado por presidentes, como Brasil e Estados Unidos, e pode ser citado o movimentos racistas, apoiando o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Tudo isso apresentado à resolução do problema, já que essa atitude ajuda para a duração desse cenário prejudicial.

Ademais, é crucial pontuar que o descaso do governo procede da baixa atuação dos setores estatais no que pertence à criação de aparatos que coíbam tais incidências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é encarregado de assegurar o bem-estar da população, todavia tal fato não ocorre no Brasil. Então, devido à falta de ação das autoridades, o descaso do governo traz sérias consequências, isto é, em não adotar punições rígidas à policiais que usam o poder que lhe foi atribuído de maneira errônea, contra a população. Desse modo, faz-se mister a reconstrução dessa postura do governo imediatamente.

Assim, medidas viáveis são essenciais para conter o avanço da problemática no Brasil. Portanto, para reduzir a violência contra negros, precisa-se que o Tribunal de Contas da União encaminhe capital. Este, por sua vez, será revertido pelo governo, organização responsável pela gestão do Estado, na criação de programas, mediante votação dos deputados na câmara, que promovam palestras nas escolas conscientizando as crianças sobre o preconceito, tornando-os melhores pessoas para o convívio. Dessa maneira, atentar-se-á aos impactos danosos da violência policial contra negros e a comunidade alcançará o sonho de More.