Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 13/07/2020

Recentemente, a morte do segurança negro George Floyd por parte de um policial branco movimentou o mundo. O policial, ao ajoelhar-se sobre o pescoço do segurança, impediu que o mesmo respeitasse, o que levou George a morte por asfixia.

Casos como esse são ainda mais comuns no Brasil: segundo dados do IBGE, de 1.075 vítimas no Rio de Janeiro até a metade de 2019, 80% eram negras, sendo o dobro das mortes por parte da polícia dos EUA. Isso acontece pois o país tem o racismo enraizado nas veias desde a época colonial, quando os escravos negros eram humilhados e maltratados diariamente pelos senhores.

Mesmo que racismo seja considerado crime, as pessoas o carregam em forma de opinião, com argumentos como “eu não sou racista, tenho um amigo negro”. A polícia, por sua vez, usa de seu poder para a buscar fisicamente e psicologicamente da população negra. Nem mesmo as crianças ficam de fora: casos como o de João Pedro, menino de 14 anos baleado dentro da própria casa em uma batida policial, são muito comuns em todo país.

Para que esse problema seja ao menos reduzido, é necessário que para uma pessoa se torne policial, ela passe por testes psicológicos mais abrangentes e tenha acompanhamento durante seu trabalho. Assim, casos de racismo policial ficam mais explícitos e o Brasil torna-se um país mais seguro.