Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 15/07/2020
A luta pela igualdade de tratamento.
O racismo é uma realidade inegável para o mundo atual. Ele está presente regulamente nos mais diversos atos e falas das mais diferentes culturas. Um grande exemplo desse ato é a clara diferença do tratamento policial entre pessoas brancas e negras, sendo que, para com estas últimas a polícia é implacável, extremamente violenta e claramente injusta. Tendo consciência sobre essa diferença de tratamento no âmbito mundial pode-se questionar o que motiva e como ocorre esse abuso de poder policial? O racismo que impulsiona esses atos através do mundo é o mesmo ou se difere?
A atuação policial é diferenciada dependendo da cor, classe social e geografia do indivíduo. Uma pessoa negra, pobre e que mora em uma periferia será tratada totalmente diferente do que um branco, rico que mora no centro comercial. A polícia será muito mais agressiva, implacável e cega para com os negros, ela não hesitara em usar a violência como forma de solução para seus conflitos que poderiam se resolver em uma forma mais pacifica. Um exemplo prático disso é o fato de a polícia não representar segurança e trazer paz e conforto para as periferias e sim ser um perigo que só traz violência e morte
. A violência policial e o racismo não são algo exclusivo de um só país, mas sim uma realidade mundial. O racismo que impulsiona o estrangulamento de um negro nos EUA é o mesmo que impulsiona a violência nas periferias do Brasil. Embora tenham suas particularidades é possível observar uma extrema semelhança em suas causas, manifestações e dimensões do problema. Para mudar essa realidade é necessária a criação de projetos de leis que analisem de forma justa e implacável o comportamento policial e que defendam punições severas para quando for preciso. É preciso também reconhecer o movimento negro como detentor de diretos e ir à luta contra a brutalidade policial, para criar assim um consenso cultural, que deverá se manter a longo prazo, que repudie esse racismo estrutural de uma vez por todas. A luta é importante, silêncio é concordância, e protestos e mobilizações são necessárias.