Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 15/07/2020
A constituição federal brasileira, promulgada em 1988, garante, Em suas disposições, uma série de direitos sociais. No entanto, apesar de tal garantia, o que se percebe, na sociedade brasileira atual é a não plenitude dessa proteção na prática, visto que a violência polícia contra negros no Brasil tem sido desrespeitada, tanto pelo governo quanto pela sociedade. Sob tal ótica é imprescindível o debate e resolução dos impasses. Em virtude da ausência de políticas públicas e falta de consciência social.
Em primeira análise, Abraham Lincoln, célebre personalidade política americana, disse, em um de seus discursos, que a política é serva do povo e não o contrário. Em relação a tal afirmação, nota-se uma inconformidade sobre a violência polícia contra negros no Brasil e a atuação do Estado, no sentido de que, ao contrário do que Lincoln explanou, a política atual não serve o povo com ações,planos e meras públicas que atuem na questão abordada, fazendo com que sua resolução seja quase utópica.
Além disso, a falta de consciência social é causa secundária do problema. Nessa lógica, o filósofo, Karl Marx, teceu diversas críticas, em suas obras, sobre a atuação governamental em relação à educação cidadã nas sociedades. Em se tratando da violência policial contra os negros, é é possível perceber que as críticas de Marx se fundamenta, pois o Estado brasileiro não promove a conscientização social em nenhuma de suas instâncias, como a escola ou meios de comunicação, ferindo, assim, a cidadania e as garantias constitucionais.
Portanto, medidas são necessárias para resolver esse problema. Como solução é preciso que a população, por meio de um projeto social online, deve criar uma campanha de incentivo, que trabalhe paralelamente com ações governamentais. Tal campanha deve ter repercussão nacional e representantes de todos os estados brasileiros, para que possa cobrar do Estado maiores ações, projetos e investimentos públicos voltados para a sociedade. Espera-se, dessa forma, que a população possa exercer seu protagonismo e trabalhar em parceria com o poder público.