Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 16/07/2020

George Floyd, norte americano negro com 46 anos. João Pedro, adolescente brasileiro negro de 14 anos. Embora apresentem distinções em relação a suas localizações geográficas, ambos foram cruelmente assassinados, mediante à violência policial derivada do preconceito racial. Por meio deste senário, percebe-se que o Brasil e as demais nações enfrentam uma cruel problemática quando se trata dos abusos de autoridade realizado por certos policiais, direcionada a população negra.por meio disso, urge uma medida cabível para amenizar esta alarmante situação.

Primeiramente, e de extrema relevância destacar os principais pontos que causam este dilema.Ao analisar os países que em algum momento de sua história obtiveram mão de obra escrava negra,é notório uma persistência do abuso de autoridade derivada do racismo estrutural. Cabe ressaltar que ambos os país como Estados unidos e Brasil que apresentam elevados índices quando se trata de violência policial, obtiveram uma sociedade escravocrata solida, onde a violência física realizada pelos capatazes e senhores de engenho  era algo comum.Na atualidade esse tipo de violência se mantem entretanto, o autor dos atos violentos denomina-se como policiais. Tal afirmação ganha embasamento ao analisar dados da Coalizão Negra por Direitos, esta afirma que em 2017 49.500 afro-brasileiros foram assassinados vitimas de violência policial.nota-se portanto que a situação é alarmante.

Outra situação que garante a manutenção destes atos , deriva-se da indiferença das autoridades estamentais frente as práticas autoritárias e abusivas por parte de certos policiais. Segundo o filosofo germânico Hegel, o estado é pai da população e é dever deste garantir o bem estar de seus filhos, independentemente de sua classe social, sexo , raça ou cor. Em contrapartida, por meio de situações como a que ocorreu com João Pedro, menino de 14 anos morto por um policial  com um tiro de fuzil nas costas, e de George Floyd, enforcado por policiais até a morte mesmo relatando 11 vezes que não estava respirando. Torna-se inquestionável  que  o pensamento do filosofo germânico, não se aplica a essa parcela da população, que é diariamente massacrada por autoridades que deveriam zelar e garantir a proteção e a manutenção dos direitos fundamentais da população negra.

Portanto, a fim de inibir a violência  policial sofrida pelos negros. Cabe a ONO em parceria com os países mas afetados com a violência e o preconceito racial, mediante ao redirecionamento de verbas públicas. Realizar inquéritos que investiguem a atuação de intuições policiais que cometeram atos suspeitos, quando se trata de assassinatos de pessoas negras. Essas investigações serão realizadas por um órgão imparcial e os policiais sobre investigações serão suspensos até o fim do inquérito. Assim será possível que mortes como a de João e de Floyd deixem de ser algo tão comum.