Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 19/07/2020

A Declaração Universal  dos Direitos Humanos, de 1948, prevê em seu artigo cinco que ninguém será submetido a torturas, tratamento cruéis ou desumanos. Entretanto, quando se observa alarmante violência policial contra negros no século XXl, percebe-se que na prática tal artigo não funciona. Nesse sentido, a negligência do poder público e o preconceito racial são fatores relevantes no problema.

Em um primeiro plano, é importante enfatizar que a negligência do poder público a população negra é um dos principais paradigmas a ser superado. Isso porque, no Brasil, o governo federal pouco investe para combater a violência, principalmente a violência por parte policial, bem como tortura e homicídio. De acordo com dados do mapa da violência brasileiro, só em 2019 a violência policial contra pessoas negras cresceu drasticamente, chegando a 80%. Conforme defende Hanna Arendt filósofa alemã, a essência dos direitos humanos é o direito em ter direto.

Ademais, nota-se, ainda que o grande preconceito racial existente no mundo dificulta a resolução do impasse. Isso se deve porque grande parte dos países que já foram escravistas conservam um racismo naturalizado, sobretudo em achar natural certos tipo de violência, como por exemplo, estupros e mortes na comunidade negra. Exemplo disso está em recentes fatos noticiados pelo jornal internacional, New York Times, o qual relatou a morte do jovem negro, Geoger Froyd por sufocamento.

Portanto, para que os Direitos Humanos sejam válidos, como defendeu Hanna Arendt, é necessário medidas. O Estado em parceria com a Organização das Nações Unidas devem investir em recursos para combater esse tipo de violência, por meio de conferências internacional que sejam transmitidas na tv, rápido e médias sociais, como YouTube e Facebook. Outrossim, o governo federal de cada país devem oferecer um educação racial gratuita, destinada a toda a população, principalmente a formação policial. Assim, de fato, a comunidade negra poderá integrar a sociedade sem medo de ser abortada e morta de forma violenta.