Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 22/07/2020

Durante o período colonial, era comum o tráfico de negros para a escravidão no Brasil. Constantemente era agredidos e humilhados pelos seus senhores, até finalmente conseguiram a liberdade. Desse modo, percebe-se que ainda livre, o afrodescendente é violentado principalmente por aqueles o qual deveriam garantir sua segurança: os policiais. Decerto, tal violência é fruto do racismo institucional encravado na polícia nacional, um dos principais causadores da morte de negros.

A priori, observa-se que o Brasil é um dos países com maior quantidade de mortes causadas por militares. Consoante a Anistia Nacional, em 2014 cerca de 15,6% dos homicídios brasileiros foram causados por policiais, assim como o índice de pretos e pardos assassinados, visto que são 75%, segundo a Rede de Observatórios de Segurança.

Outrossim, é perceptível como isso provém de rótulos imposto pelo racismo institucional, onde o negro, pobre e morador da periferia é visto como criminoso. Como por exemplo, o caso do João Pedro, adolescente de 14 anos que foi executado a tiros pela policia enquanto brincava em casa. Ademais, eventualmente ocorrem revistas policiais, os chamados “baculejos”, onde muitas das vezes os fiscalizados são homens negros, que são oprimidos e violentados. Diante disso, foi criada uma plataforma para coletar casos de violência policial em Belo Horizonte, com o intuito de combater  racismo e a brutalidade.

Fica claro, portanto, que a polícia deve fornecer segurança para todos. Destarte, o Ministério Público deve reestruturar o policiamento nacional. Ou seja, modificar e fazer treinamento não só físico, mas também social e psicológico, a fim de lutar contra o racismo institucional e principalmente melhorar as situações sem violência. Dessa forma, a confiança e a liberdade serão reais.