Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 23/07/2020
Ações integradas e resolução pontual
Recentemente, a morte de George Floyd, desencadeou ondas de protestos nos EUA e no mundo. O fato pôs o holofote e expôs o que estava, até então, sendo varrido para debaixo do tapete: A incidência destoante de violência policial contra negros.
Há quem refute a problemática supracitada. No entanto, a violência negreira “envicera” a história. Lembremo-nos dos relatos de ímpetos coléricos em que, negros eram abduzidos do solo pátrio e aduzidos em trabalho indefinido. Hoje, a violência explícita ou velada gera revoltas, um prelúdio alvissareiro da embrionária extinção da violência. Situação essa que atende o direito à vida mas, por ora, parece latente em germinação retardada.
Em um segundo panorama, cabe salientar que, entre 2012 e 2017, conforme divulgação de dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, foram registradas 255 mil mortes de pessoas negras por assassinato. Em proporções, é dizer que um negro têm 2,5 mais chances de ser morto em relação às outras etnias. No momento, é verossímil considerar um aumento, dada a eclosão de casos como o de George Floyd.
Logo, por meio de ações integradas, os índices de violência tendem a extinguir-se. Para isso, em uma das frentes, os órgãos de Segurança Pública devem observar estritamente os princípios da legítima defesa, bem como às questões referentes ao uso proporcional da força, fato este que se dará por meio de adestramentos. A fim de utilizar armamento letal se houver necessidade. Paralelo a isso, cabe a escola destacar, por meio de palestras e trabalhos dinâmicos valores como respeito e integridade. Desse modo, será assimilado na tenra idade princípios morais que constroem o cidadão de bem. Nesse itinerário, com ações integradas, poder-se-á vislumbrar uma sociedade justa e igualitária.